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Conversando com quase todos os refutadores, percebemos com muita clareza, o influxo das idéias calvinistas, idéias essas, semeadas pelas já citadas instituições, engajadas em difundir o calvinismo. Com a força influenciativa, que o pioneirismo lhes proporcionou, essas instituições conseguiram influenciar, através de investimentos literários, boa parte dos crentes interessados em teologia, coisa essa, não desenvolvida pela ala arminiana, mais nova, sem a força proporcionada pela vanguarda e, em sua maioria oriunda de classes mais pobres e incultas. Esse histórico – é uma peculiaridade sul-americana, a força calvinista na Europa se deu por outros fatores que comentaremos em outra ocasião. Ademais, tanto na Europa como nas Américas, toda a rejeição ao arminianismo não se baseia e nem se baseou propriamente na Bíblia, mas numa tradição que tem como pilares os primeiros reformadores, principalmente Calvino, sínodos, concílios e confissões, em suma, convenções humanas. Quando esses grupos rejeitam uma corrente teológica distinta do calvinismo, vemos que a base por eles indicada como centro é, antes das escrituras em-si, e, por-si, os pilares do calvinismo, seus mestres e doutores.Temos aqui o intuito de apresentar o arminianismo clássico, sem as interpretações falaciosas de teólogos e adeptos, que atacam o sistema arminiano, apresentando um sistema caricato que não conduz com as reais asserções arminianas.
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Apresentar o arminianismo de Arminio e suas vertentes, é a nossa intenção – longe das caricaturas imprimidas pelos indispostos adeptos do ostensivo "neocalvinismo" ou, como ostentam, “reformados”.
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Lailson Castanha
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